Dinâmica populacional do DF

A cultura dos incas

Origens

O povo incaico é originário de uma região entre o lago Titicaca e a cidade de Cuzco, no Peru. A partir daí os incas expandiram-se por uma área que abrangia desde o sul da Colômbia, passando pelo Equador, Peru, Bolívia e norte da Argentina, até o sul do Chilel Esse Império chegou a reunir cerca de 15 milhões de pessoas, de povos com línguas, costumes e culturas diferentes.

Antes da construção do Império incaico viviam nessa região povos com culturas e formações sociais avançadas, que se costuma denominar pré-incaicos. Eles estavam distribuídos por toda a costa leste do continente sul-americano, nas serras e no altiplano andino; os chavin viviam nas serras peruanas; os manabi, no litoral do equador; os chimu, no norte do Peru; e havia ainda os chinchas, mochicas, nazca, e outros.

Talvez grande demonstração do desenvolvimento desses povos pré-incaicos seja Tiahuanaco. Tratava –se de um grande centro cerimonial (hoje suas ruínas estão a cerca de 100 Km de La Paz, capital da Bolívia) que recebia periodicamente milhares de pessoas por Ano. Estima-se que essa civilização que parece ter sido influenciada pelos chavin, estabeleceu-se na região por volta do século X d. C.

A organização política dos Incas

O Império Inca absorveu as diversas culturas das civilizações preexistentes, colocando-as  a serviço da expansão e manutenção do Império. A vitória sobre os chancas, em 1438 d. C., liderada pelo inca Yupanqui, marcou o início da formação do Império. Ele ocupou quase todo o Peru, chegando até a fronteira do Equador. Seus sucessores expandiram o Império para o altiplano boliviano, norte da Argentina, Chile (Tope Inca) e equador,até o sul da Colômbia (Huayana capac, 1493-1528).

A expansão foi interrompida em razão da disputa entre dois irmãos, filhos de Huayana: Huascar, que centralizou seu Império em Cuzco, e Atahualpa, sediado em Quito. A rivalidade entre os irmãos levou oi Império a uma verdadeira guerra civil, enfraquecendo-º A vitória de Atahualpa não lhe trouxe vantagens, pois, junto dela, chegaram os colonizadores, liderados por Pizarro, que destruíram todo o Império Inca.

Para controlar seur Império o Estado inca mantinha um constante censo populacional, um instrumento fundamental para o censo era o quipo,uma espécie de elaborada colculadora manual feita de cordões coloridos e nós. Quem realizava o levantamento e a leitura eram os funcionários chamados de quipucamayucus.

Esse imenso Império inca, controlado de perto pelo Estado, precisou de uma infra-estrutura que permitisse a circulação de funcionários, mensageiros, impostos, populações, exércitos, etc. Para que isso ocorresse, foi construída uma incrível rede de pontes e caminhos lajeados. Ao longo desses caminhos havia os tambos, pequenas construções que continham alimentos e água, servindo de alojamento para os viajantes.

Sociedade inca

O Estado inca era imperial, capaz de controlar rigidamente tudo o que ocorria em sua vasta extensão territorial. O chefe desse Estado era o Inca, um imperador com poderes sagrados hereditários, reverenciado por todos.

Ao lado do inca havia uma rede de sacerdotes, escolhidos por ele entre a nobreza.

Para manter o Império íntegro, criou-se uma complexa burocracia administrativa e militar. Os cargos administrativos eram distribuídos entre membros da nobreza e acabaram adquirindo hereditariedade. O caráter guerreiro do Império privilegiava a formação e educação militar. Como os burocratas, essa camada privilegiada era mantida graças aos tributos arrecadados pelo Estado.

Os camponeses, chamados de llactaruna, em troca do direito  de trabalho nos ayllus, eram obrigados a cultivar as terras do Inca e dos curacas e a pagar os impostos em mercadorias. Além disso, o estado os obrigava a trabalhar nas obras públicas, como as pirâmides, caminhos, pontes, canais de irrigação e terraços.

Havia também os artesãos especializados, considerados artistas (pintores, escultores, ceramistas, tapeceiros, ourives, etc.), e os curandeiros e feiticeiros (cirurgiões, farmacêuticos, conhecedores de plantas medicinais, etc.).

Os yanaconas, originários da sublevação da cidade de Yanacu, eram escravos. Às vezes algum povo conquistado também se tornava escravo.  Eles não trabalhavam na produção, e suas funções eram eminentemente domésticas.

Cultura Inca
 Na arquitetura desenvolveram várias construções com enormes blocos de  pedras encaixadas, como templos, casas e palácios. A cidade de Machu Picchu foi descoberta somente em 1911 e revelou toda a eficiente estrutura urbana desta sociedade. A agricultura era extremamente desenvolvida, pois plantavam nos chamados terraços (degraus formados nas costas das montanhas). Plantavam e colhiam feijão, milho (alimento sagrado) e batata. Construíram canais de irrigação, desviando o curso dos rios para as aldeias. A arte destacou-se pela qualidade dos objetos de ouro, prata, tecidos e jóias. 

Domesticaram a lhama (animal da família do camelo) e utilizaram como meio de transporte, além de retirar a lã , carne e leite deste animal. Além da lhama, alpacas e vicunhas também eram criadas.

A religião tinha como principal deus o Sol (deus Inti ). Porém, cultuavam também animais considerados sagrados como o condor e o jaguar. Acreditavam num criador antepassado chamado Viracocha (criador de tudo).

.Arte Inca

Os incas faziam vários objetos utilizando o ouro, principalmente, esculturas de animais, deuses e representações de elementos da natureza. O artesanato inca também foi um elemento importante da cultura. Faziam cestos e redes com fibras vegetais. Também pintavam em tecidos, utilizando tintas naturais (sangue de animais, minérios, carvão, etc).

Arquitetura Inca

Os incas utilizaram a pedra como base das construções. Embora habitassem uma região montanhosa, onde a dificuldade de construir é maior, construíram templos, diques, canais de água, casas, palácios e observatórios astronômicos. Para ligar as construções, fizeram uma rede de estradas de pedra. 

Cultura Musical dos Incas

Os incas usavam uma espécie de flauta de bambu para tocar músicas. As músicas eram criadas para simples diversão ou em homenagem aos deuses e à natureza.

Crescimento Populacional Desordenado

Por grupo 2 

É difícil classificar a Terra como superpovoada apenas pela diversidade de recursos disponíveis ou pelo número de pessoas que habitam determinado local. Isto seria um tanto subjetivo, pois o que pode ser super populoso na América pode não ser na Índia, do mesmo modo que pode ser imprescindível determinado recurso na Índia e este mesmo dispensável na África.

Assim, visando determinar níveis sustentáveis tanto em relação ao número de pessoas quanto ao tipo de desenvolvimento, começou-se a estudar a “capacidade de sustentação” da Terra.

Neste sentido criou-se uma discussão onde destacam-se os dois extremos: uns afirmam que a Terra já esta superpovoada, que alguns recursos essenciais estão declínio e que a tecnologia sozinha não seria capaz de reverter essa situação. Por outro lado, outros acreditam que com o desenvolvimento de novas tecnologias isso poderia ser revertido.

Ainda não se chegou a conclusão de qual é a capacidade de sustentação de Terra. Mas o que é fácil notar é que quanto mais povoado, maior será a quantidade de recursos utilizados. Quanto maior for o crescimento populacional desordenado mis difícil será atingir o desenvolvimento sustentável.

Com o passar dos tempos os impactos causados pelo homem no mundo estão ficando mais evidentes. Metade das florestas tropicais foram destruídas, as reservas de água estão sendo contaminadas por agentes químicos, a camada de ozônio vem sendo contentemente danificada, a emissão excessiva de carbono provoca chuvas ácidas e está ligada ao aquecimento terrestre e às mudanças climáticas.

A raiz de todos esses problemas esta no rápido crescimento populacional e no conseqüente insustentável consumo tanto de recursos renováveis como não-renováveis.

O crescimento da população é proporcional ao crescimento do consumo. A existência de uma pessoa implica que esta vai consumir alguns recursos. Portanto, para reduzir o consumo deve-se reduzir o crescimento populacional.

Conforme a população cresce ela necessita de uma área maior para viver e para produzir, se alimentar. Com isso as florestas que cobriam aproximadamente 40% da área terrestre, hoje cobrem apenas 27%. Essa destruição causa muitos problemas pois as florestas ajudam a regular a quantidade de carbono na atmosfera e ajudam a estabilizar o clima. Além do que o desmatamento provoca erosões que têm ainda consequências maiores.

Esse desmatamento causado principalmente pelo crescimento populacional também é responsável pela extinção de muitas espécies.

Outro problema acentuado pelo crescimento populacional é a poluição atmosférica. Esta é causada principalmente pela emissão de gases tóxicos tanto de veículos como de indústrias. Quanto maior o número de pessoas que usam automóveis, maior será seu impacto, quanto mias intensa é a produção industrial mais gases serão liberados.

A população mundial deve crescer ainda mais nos próximos anos. Os países devem atingir níveis mais altos de desenvolvimento e consequentemente de produção e consumo. Isso significa um uso maior de recursos naturais e de energia.

Se a população continuar a crescer, certamente a problemática ambiental será acelerada e aumentará. Apenas com uma combinação de estabilização populacional, conservação e implementação de tecnologias sustentáveis e um consumo moderado e sem desperdícios o mundo natural será preservado.

Favela: só mais uma das consequências do cescimento pupulacional desordenado.

Fonte: Site da UniCamp. Disponível em: http://www.unicamp.br/fea/ortega/temas530/patriciapotenza.htm.

 Fonte da imagem: Blog Ciarán & Elaine’s Travelog . Disponível em: http://irishabroad.blogspot.com/2005/09/favelatour.html. Texto e imagem acessados em junho de 2011.

Famílias que recebem menos de 1 salário mínimo/mês ocupam mais da metade dos domicílios brasileiros

por igor e george

Cresceu o número de domicílios particulares ocupados no Brasil, foi de 45 milhões para 56,5 milhões. Os maiores aumentos no período foram observados nas Regiões Norte, com 2,09%, e Centro-Oeste, com 1,91%. O Sudeste manteve a dianteira, passando de 20,3 milhões para 24,8 milhões de domicílios ocupados, um aumento de 22,2%.

 

Dos domicílios ocupados, em mais da metade (32,2 milhões) viviam famílias com menos de 1 salário mínimo, que correspondia a R$ 510 na época da pesquisa, de renda mensal per capita. Em 15,8 milhões de domicílios viviam famílias com até meio-salário mínimo de renda mensal. O total de domicílios classificados como sem rendimento foi de 2,4 milhões e aqueles onde havia mais de 5 salários mínimos de renda mensal somaram 2,9 milhões.

fonte/;http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,familias-que-recebem-menos-de-1-salario-minimomes-ocupam-mais-da-metade-dos-domicilios-brasileiros,712545,0.htm

 

O número médio de habitantes por domicílio caiu de 4,2 em 1991 para 3,8 em 2000 e 3,3 no ano passado. Dos 57.324.185 domicílios particulares permanentes do País, 49,8 milhões são casas e 6,1 milhões são apartamentos. Ocas ou malocas somaram 14.614. Do total de domicílios, 42 milhões eram próprios, 10,5 milhões eram alugados, e 4,4 milhões eram cedidos.

 

Um dos resultados preliminares do universo do Censo (ainda não submetidos a processos de crítica) indica que 60 mil pessoas declararam viver em domicílios com cônjuge do mesmo sexo. Foi a primeira vez que o IBGE pesquisou essa informação em todo o País. A maior concentração absoluta foi verificada na Região Sudeste (32.202).

 

 

 

Censo 2010: regiões mais populosas perdem espaço na distribuição territorial

por Igor e George

 

Rio de Janeiro – Embora continuem sendo as regiões mais populosas do país, Sudeste, Nordeste e Sul estão, percentualmente, perdendo espaço na distribuição territorial dos brasileiros. Dados preliminares do Censo 2010, divulgados hoje (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), indicam que, em agosto de 2010, a Região Sudeste respondia por 42,1% do total de brasileiros (80,3 milhões de pessoas). No Censo de 2000, essa participação era de 42,8%. Segundo o Censo, o Brasil já ultrapassou a marca de 190 milhões de habitantes.

 

Em uma década, o número de pessoas que vivem da Região Nordeste caiu de 28,2% da população brasileira para 27,8%. O mesmo fenômeno ocorreu na Região Sul, que viu a participação no percentual de brasileiros cair de 14,8% para 14,4% entre 2000 e 2010.

 

O número de habitantes da Regiões Norte, por sua vez, passou de 7,6% para 8,3% da população brasileira, enquanto na Região Centro-Oeste essa participação subiu de 6,9% para 7,4%.

 

São Paulo segue como o estado mais populoso do país, com 41,2 milhões de habitantes. Na outra ponta da tabela está Roraima, o menos populoso, com 451,2 mil habitantes.

 

O Censo 2010 também indica mudanças no rol dos maiores municípios do país. A região metropolitana de Brasília, que em 2000 era a sexta em número de habitantes, aparece no último Censo em quarto lugar. O aumento da população de Manaus também foi expressivo e fez com que a capital do Amazonas subisse do nono para o sétimo lugar em número de habitantes

fonte:http://www.nominuto.com/noticias/brasil/censo-2010-regioes-mais-populosas-perdem-espaco-na-distribuicao-territorial/64621/

Censo indica que população aumentou em Bagé – RS

                                                                                                                                                                                                     Por Grupo 2

Segundo informou a coordenadora da subárea do IBGE em Bagé, Cláudia Nascimento, hoje, a cidade possui uma população total de 116 792 mil: desse montante 55 794 são homens e 60 998 mil são mulheres. O número total de cidadãos que residiam em Bagé no último levantamento, realizado em 2007, era de 112 550 mil habitantes.

Os recenseadores visitaram 43 105 mil residências: a pesquisa apontou que, desse número, 43 051 são domicílios comuns e que 38 291 mil estão ocupados. Além disso, são domicílios de uso ocasional 1 541 locais, ou seja, aqueles utilizados por estudantes de fora da cidade ou trabalhadores que possuem residência em outra localidade. Os domicílios vagos somam 2 977 mil. Por sua vez, os domicílios coletivos com moradores não ultrapassam 27 espaços: são exemplos hotéis, hospitais e quartéis.

Conforme garantiu Cláudia, o Censo chegou a 100% dos lares, contudo admite que em 242 residências não foi possível encontrar os moradores para a entrevista. Nessas situações, um cálculo estatístico propiciou a inclusão numérica: para isso, a média de habitantes encontrada nas residências teve que ser utilizada: em Bagé, a população média por imóvel é de 2,8 a 3,1 habitantes.

A coordenadora enfatizou que dados mais específicos como população total urbana e rural, trabalho e renda, informações consideradas mais complexas serão divulgadas em janeiro, uma vez que é preciso realizar um estudo em cima dos dados obtidos.

 

Fonte: MinuanoOnline. Censo indica que a população aumentou em Bagé. http://www.jornalminuano.com.br/noticia.php?id=57306&data=&volta=1 . Acesso em junho de 2011.

As línguas indígenas

 A língua é o meio básico de organização da experiência e do  conhecimento humanos. Quando falamos em língua, falamos também da cultura e da história de um povo. Por meio da língua, podemos conhecer todo um universo cultural, ou seja, o conjunto de respostas que um povo dá às experiências por ele vividas e aos desafios que encontra ao longo do tempo.

Há várias maneiras de se classificar as línguas. Os lingüistas atuais consideram como mais apropriada a classificação do tipo genético. Eles só recorrem a outros tipos de classificação quando não há dados suficientes para realizar a classificação por meio do critério genético.

Na classificação genética, reúnem-se numa mesma classe as línguas que tenham tido origem comum numa outra língua mais antiga, já extinta. Desta forma, as línguas faladas pelos diversos povos da Terra são agrupadas em famílias lingüísticas, e estas famílias são reunidas em troncos lingüísticos, sempre buscando a origem comum numa língua anterior.

Embora o português seja a língua oficial no Brasil, deve haver por volta de outras 200 línguas faladas regularmente por segmentos da população. Um exemplo são os descendentes de imigrantes italianos, japoneses etc., que em determinados contextos falam a língua materna.

Ainda hoje, muitos índios falam unicamente sua língua, desconhecendo o português. Outros tantos falam o português como sua segunda língua. O lingüista brasileiro Aryon Dall’Igna Rodrigues estabeleceu uma classificação das línguas indígenas faladas no Brasil, sendo esta a mais utilizada pela comunidade científica que se dedica aos estudos pertinentes às populações indígenas.

As línguas são agrupadas em famílias, classificadas como pertencentes aos troncos Tupi, Macro-Jê e Aruak. Há Famílias, entretanto, que não puderam ser identificadas como relacionadas a nenhum destes troncos. São elas: Karib, Pano, Maku, Yanoama, Mura, Tukano, Katukina, Txapakura, Nambikwarae Guaikuru.

Além disso, outras línguas não puderam ser classificadas pelos lingüistas dentro de nenhuma família, permanecendo não-classificadas ou isoladas, como a língua falada pelos Tükúna, a língua dos Trumái, a dos Irântxe etc.

Ainda existem as línguas que se subdividem em diferentes dialetos, como, por exemplo, os falados pelos Krikatí, Ramkokamekrá (Canela), Apinayé, Krahó, Gavião (do Pará), Pükobyê e Apaniekrá (Canela), que são, todos, dialetos diferentes da língua Timbira.

Há sociedades indígenas que, por viverem em contato com a sociedade brasileira há muito tempo, acabaram por perder sua língua original e por falar somente o português. De algumas dessas línguas não mais faladas ficaram registros de grupos de vocábulos e informações esparsas, que nem sempre permitem aos lingüistas suficiente conhecimento para classificá-las em alguma família. De algumas outras línguas, não ficaram nem resquícios.

Estima-se que cerca de 1.300 línguas indígenas diferentes eram faladas no Brasil há 500 anos. Hoje são 180, número que exclui aquelas faladas pelos índios isolados, uma vez que eles não estão em contato com a sociedade brasileira e suas línguas ainda não puderam ser estudadas e conhecidas.

Ressalte-se que o fato de duas sociedades indígenas falarem línguas pertencentes a uma mesma família não faz com que seus membros consigam entender-se mutuamente. Um exemplo disso se dá entre o português e o francês: ambas são línguas românicas ou neolatinas, mas os falantes das duas línguas não se entendem, apesar das muitas semelhanças lingüísticas existentes entre ambas.

É importante lembrar que o desaparecimento de tantas línguas representa uma enorme perda para a humanidade, pois cada uma delas expressa todo um universo cultural, uma vasta gama de conhecimentos, uma forma única de se encarar a vida e o mundo.